Há 30 anos, plenária histórica criou no país a Corrente Sindical Classista

Assim nasceu, há 30 anos, a Corrente Sindical Classista (CSC).

«A CSC rompeu com a direção da antiga CGT e entre suas principais resoluções destacavam-se a preparação da greve geral contra o arrocho salarial, desemprego e outras medidas do presidente da época, José Sarney, e a eleição de sua primeira coordenação nacional», diz o secretário de relações internacionais da CTB, Nivaldo Santana, que participou da plenária.

Esta corrente do movimento sindical foi formada pelos trabalhadores e trabalhadoras que defendiam um sindicalismo democrático, plural e classista, com unicidade e buscando a valorização do trabalho e da classe trabalhadora.

«Unicidade sindical como alicerce indispensável para uma união mais ampla das categorias. Liberdade sindical e autonomia da central em relação ao capital, a governos e partidos políticos, o que não deve ser confundido com neutralidade na luta política», diz trecho do manifesto lançado à época.

Inicialmente atuou dentro da Central Única dos Trabalhadores (CUT), mas se separou da central em 2007 e foi uma das bases para a criação da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), em 12 de dezembro daquele ano – central que completou uma década de história em 2017.

 

Fonte:

Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

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